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A população, constituída em grande parte por católicos e evangélicos, diverge nas opiniões e considera o acontecimento algo "curioso" e "polêmico". Para o presidente da Câmara de Vereadores, Silvinho Conservani (PV), a “liberdade de expressão” é um direito de todo cidadão. “É uma manifestação natural, constitucional, é legal. Por outro lado, não quer dizer que eu concorde, sou contra a prática [do homossexualismo].” conclui.  

 

 “O conservadorismo predomina, a iniciativa servirá para acabar com o preconceito. As pessoas ainda têm as mentes muito fechadas”, comenta o bissexual Silas Servero Souza.

 

Cléverson Pereira do Valle, presidente do Comean (Conselho de Ministros Evangélicos de Artur Nogueira), enfatiza que as pessoas que optam pelo homossexualismo devem ser amadas e respeitadas, porém, a bíblia abomina esse tipo de comportamento.

 

Foto: Rafael Silva (CBA Notícias)Foto: Rafael Silva (CBA Notícias)“Nossa Igreja está aberta para receber homossexuais, não seremos preconceituosos; agora à luz da Bíblia, não aprovamos o que fazem. Diante de Deus, é pecado”, observa. Segundo o organizador, Raoni Zopolato, diferente das “Paradas Gays”, o evento pretende informar e conscientizar.

 

“Quanto mais pessoas forem e se informar, melhor será para que tenhamos um ambiente melhor para todo mundo viver”, disse. A idéia é reunir homossexuais e heterossexuais para debater sobre sexualidade e direitos iguais para todos.

 

Rafael Silva | O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

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